Gabriel Rosa - Obra

Criadores

Gabriel Rosa

Arquiteto e fundador do Gabriel Rosa Arquitetura, desenvolve projetos que integram Arquitetura, Arte, Design e Moda. Reconhecido por sua abordagem conceitual e autoral, foi destaque na CASACOR São Paulo, além de integrar as listas Forbes Under 30 Brasil e Casa Vogue 50.

Fundado pelo arquiteto Gabriel Rosa, o escritório se destaca por sua abordagem sensível e conceitual, que mescla arte, arquitetura, design e moda, criando espaços que vão além da estética e se constroem a partir de narrativa, emoção e identidade.

Com apenas 22 anos, Gabriel fez história ao se tornar o arquiteto mais jovem a participar da CASACOR São Paulo, em 2024. Sua estreia foi marcada por um reconhecimento expressivo: o prêmio de Melhor Ambiente em sua categoria, consolidando sua visão autoral e destacando-o como um dos nomes mais promissores da cena arquitetônica contemporânea brasileira.

Em reconhecimento à sua trajetória e impacto no mercado, Gabriel Rosa integra a lista Forbes Under 30 Brasil e também a Casa Vogue 50, seleção que nomeia os arquitetos mais influentes do país, reafirmando sua relevância criativa, cultural e profissional.

À frente do Gabriel Rosa Arquitetura, desenvolve projetos residenciais e comerciais que valorizam as sensações, a combinação de materiais naturais, a iluminação precisa e uma narrativa poética como elementos centrais do espaço.

Além da atuação projetual, Gabriel compartilha sua experiência e visão por meio de palestras e encontros em eventos nacionais, colaborando com marcas e instituições de renome, como Pinterest e diversas universidades de arquitetura, contribuindo ativamente para o debate contemporâneo da profissão.

  • A obra foi concebida a partir da proposta de ampliar a linguagem tradicional do vitral, explorando sua expressão tridimensional e escultórica. A peça assume a forma de um biombo composto por planos posicionados em diferentes ângulos, nos quais a estrutura volumétrica torna-se parte essencial da composição estética. O desenho foi inspirado nas asas de uma borboleta, escolhidas por sua identidade visual imediatamente reconhecível e por manter sua força gráfica mesmo quando fragmentadas em módulos. Essa solução permite que cada plano preserve sua leitura individual, enquanto o conjunto revela uma composição dinâmica, leve e integrada, valorizando simultaneamente a riqueza estrutural, a transparência e a expressividade do vitral.

  • Este trabalho nasceu do desejo de retirar o vitral de sua condição tradicionalmente bidimensional e conduzi-lo a uma experiência escultórica. A intenção foi transformar a superfície em volume, permitindo que luz, estrutura e desenho dialogassem como uma única expressão artística. Minha experiência com esculturas orientou esse processo, explorando a repetição, a inversão e o espelhamento de um único fragmento gráfico inspirado nas asas de uma borboleta. A simplicidade do desenho amplia suas possibilidades compositivas, revelando novas leituras a cada montagem. Busquei criar uma obra capaz de surpreender pela volumetria, mantendo uma identidade visual imediatamente reconhecível e demonstrando como um elemento essencial pode gerar infinitas composições e significados.

  • A obra foi concebida a partir da proposta de ampliar a linguagem tradicional do vitral, explorando sua expressão tridimensional e escultórica. A peça assume a forma de um biombo composto por planos posicionados em diferentes ângulos, nos quais a estrutura volumétrica torna-se parte essencial da composição estética. O desenho foi inspirado nas asas de uma borboleta, escolhidas por sua identidade visual imediatamente reconhecível e por manter sua força gráfica mesmo quando fragmentadas em módulos. Essa solução permite que cada plano preserve sua leitura individual, enquanto o conjunto revela uma composição dinâmica, leve e integrada, valorizando simultaneamente a riqueza estrutural, a transparência e a expressividade do vitral.

  • Este trabalho nasceu do desejo de retirar o vitral de sua condição tradicionalmente bidimensional e conduzi-lo a uma experiência escultórica. A intenção foi transformar a superfície em volume, permitindo que luz, estrutura e desenho dialogassem como uma única expressão artística. Minha experiência com esculturas orientou esse processo, explorando a repetição, a inversão e o espelhamento de um único fragmento gráfico inspirado nas asas de uma borboleta. A simplicidade do desenho amplia suas possibilidades compositivas, revelando novas leituras a cada montagem. Busquei criar uma obra capaz de surpreender pela volumetria, mantendo uma identidade visual imediatamente reconhecível e demonstrando como um elemento essencial pode gerar infinitas composições e significados.