Criadores
Adriano Mendonça

Arquiteto e diretor do escritório Adriano Mendonça Arquitetura, atua há mais de 25 anos no universo da criatividade, desenvolvendo projetos que integram arquitetura, design, arte e desenvolvimento de produtos.
Sua trajetória multidisciplinar consolidou uma visão ampla e sensível sobre os processos criativos, permitindo transformar necessidades em soluções autorais, funcionais e esteticamente consistentes. Essa experiência proporciona uma compreensão aprofundada da relação entre pessoas, espaços e identidade, independentemente da escala ou complexidade do projeto. À frente do escritório, conduz uma produção marcada pelo rigor técnico, atenção aos detalhes e excelência na execução, traduzindo as expectativas dos clientes em projetos sofisticados, personalizados e atemporais, nos quais qualidade, funcionalidade, inovação e beleza se unem para criar experiências arquitetônicas singulares.
A obra foi concebida a partir da proposta de ampliar a linguagem tradicional do vitral, explorando sua expressão tridimensional e escultórica. A peça assume a forma de um biombo composto por planos posicionados em diferentes ângulos, nos quais a estrutura volumétrica torna-se parte essencial da composição estética. O desenho foi inspirado nas asas de uma borboleta, escolhidas por sua identidade visual imediatamente reconhecível e por manter sua força gráfica mesmo quando fragmentadas em módulos. Essa solução permite que cada plano preserve sua leitura individual, enquanto o conjunto revela uma composição dinâmica, leve e integrada, valorizando simultaneamente a riqueza estrutural, a transparência e a expressividade do vitral.
Este trabalho nasceu do desejo de retirar o vitral de sua condição tradicionalmente bidimensional e conduzi-lo a uma experiência escultórica. A intenção foi transformar a superfície em volume, permitindo que luz, estrutura e desenho dialogassem como uma única expressão artística. Minha experiência com esculturas orientou esse processo, explorando a repetição, a inversão e o espelhamento de um único fragmento gráfico inspirado nas asas de uma borboleta. A simplicidade do desenho amplia suas possibilidades compositivas, revelando novas leituras a cada montagem. Busquei criar uma obra capaz de surpreender pela volumetria, mantendo uma identidade visual imediatamente reconhecível e demonstrando como um elemento essencial pode gerar infinitas composições e significados.
A obra foi concebida a partir da proposta de ampliar a linguagem tradicional do vitral, explorando sua expressão tridimensional e escultórica. A peça assume a forma de um biombo composto por planos posicionados em diferentes ângulos, nos quais a estrutura volumétrica torna-se parte essencial da composição estética. O desenho foi inspirado nas asas de uma borboleta, escolhidas por sua identidade visual imediatamente reconhecível e por manter sua força gráfica mesmo quando fragmentadas em módulos. Essa solução permite que cada plano preserve sua leitura individual, enquanto o conjunto revela uma composição dinâmica, leve e integrada, valorizando simultaneamente a riqueza estrutural, a transparência e a expressividade do vitral.
Este trabalho nasceu do desejo de retirar o vitral de sua condição tradicionalmente bidimensional e conduzi-lo a uma experiência escultórica. A intenção foi transformar a superfície em volume, permitindo que luz, estrutura e desenho dialogassem como uma única expressão artística. Minha experiência com esculturas orientou esse processo, explorando a repetição, a inversão e o espelhamento de um único fragmento gráfico inspirado nas asas de uma borboleta. A simplicidade do desenho amplia suas possibilidades compositivas, revelando novas leituras a cada montagem. Busquei criar uma obra capaz de surpreender pela volumetria, mantendo uma identidade visual imediatamente reconhecível e demonstrando como um elemento essencial pode gerar infinitas composições e significados.

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